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Aulas -
Cibercultura
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Lançadas as notas do wiki, da apresentação, do trabalho, e finais. |
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Aulas -
Sistémica e Modelos da Informação
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Lançadas as notas do exame de recurso e melhoria. |
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Aulas -
Cibercultura
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Informação útil sobre o seminário de Cibercultura (Mestrado em Ciências da Comunicação, Especialidade de Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias). |
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Artigos -
Artigos Académicos
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Se há algo que ainda se pode aproveitar do (depressa) estafado conceito de Web 2.0, esse algo é a diferença entre o «Em construção» e o «Beta». No primeiro caso, a ideia de que se ia acumulando uma série de «permanências»; no mais recente, tudo é provisório, e o que permanece é-o apenas na qualidade de arquivo. Mas que fluxos regulam essa constante acumulação, do novo ao arquivo? Blogs e redes sociais, embora propondo uma comunicação mais próxima e bilateral, são assim tão diferentes do clássico modelo do «broadcasting», assimétrico e portanto promotor de distâncias entre emissor e públicos? Qual a forma dum tempo que ambiciona a instantaneidade? Colóquio «Proximidade e Distância», organizado pelo Centro de Estudos de Comunicação e Cultura (CECC), Lisboa, Universidade Católica Portuguesa, 3 de Dezembro de 2009, posteriormente publicado in Mário Franco e Bernd Sieberg (orgs.), Proximidade e Distância: Estudos sobre a Língua e a Cultura, Lisboa, Universidade Católica Editora, 2011, pp. 181-197. |
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Artigos -
Diversos
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Breve artigo para a revista Agio (Edições Artefacto/Sociedade Guilherme Cossoul), n.º 1, Fevereiro de 2011, pp. 101-105. |
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Artigos -
Artigos Académicos
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It is widely known that Jean Baudrillard, in Simulacres et simulation, acknowledges Philip K. Dick as one of the first to reflect, albeit fictionally, on the concept of “simulacrum”. However, a more detailed analysis of how dickian are Baudrillard’s concepts and theories remains to be done. That is the goal of this article, a task we undertake by distinguishing, on the one hand, the concepts proposed in L’échange symbolique et la mort and Simulacres et simulation, and, on the other, the radical turn inaugurated in Le crime parfait. É sabido que Jean Baudrillard, em Simulacres et simulation, reconhece Philip K. Dick como sendo um dos primeiros a reflectir, ainda que através da ficção, sobre o conceito de “simulacro”. Contudo, uma análise mais pormenorizada a quão dickianos são os conceitos e as teorias de Baudrillard é algo ainda por fazer. É esse o objectivo deste artigo, tarefa a que nos propomos traçando uma distinção entre, por um lado, os conceitos propostos em L’échange symbolique et la mort e Simulacres et simulation, e, por outro, a viragem radical inaugurada em Le crime parfait. |
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